segunda-feira, 14 de julho de 2014

Vem ser feliz!

Hei... Psiu... Vem ser feliz por aqui também... Não que aqui seja mais feliz que os outros lugares, mas aqui a gente dá um jeito... A gente  hora se precisar chorar, ri se precisar ri, grita se precisar gritar, surta também... Ixi isso é essencial!
Ah... Também sofremos, sofremos como ninguém, mas a gente nem liga, porque logo depois a gente se encanta de novo, sorri de novo, se emociona... Se deixar a gente vira cambalhota!
A gente também briga, briga é bem aceita por aqui, porque daí a gente se acerta, se desculpa, faz as pares, troca juras e promessas...
Hummm... Aqui a gente lamenta também... Mas logo a gente para e vê que é bobagem,  só não enxergamos o óbvio, mas aí a gente limpa os óculos e vê que o dia também pode ser azul...
Vem ser feliz aqui com a gente...
Não porque somos certos e temos uma linda filosofia de vida... Mas porque temos poucos amigos, mas amigos de coração, daqueles bons... Que estão aqui independente do que tem pra mistura!
Somos felizes não por sermos especiais ou mais merecedores, mas porque somos gente, daquelas bem boas que erra o que tem que errar, mas levanta, vê onde tropeçou e tenta não tropeçar de novo, mas se cair... Ahhhh... Não tem problema, a gente apóia um no outro e vai... E assim por todo caminho...
Hei... Vem ser feliz com a gente... Porque a gente é gente como você, mas não tem problema, porque podemos nem fazer a escolha certa sempre e nem trilhar os melhores caminhos... Mas a gente está junto, a gente se respeita...
Mas mesmo assim... Você não quiser ser feliz com a gente... Seja feliz com você! Por você e por qualquer motivo... Porque ser feliz é o que a gente merece!

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Vem cá

Seguindo a caminhada dos anseios e pressupostos da vida, sempre deparo com as complexas voltas dela...
É deslumbrante como ela serpenteia entre caminhos áridos, Campinas e buracos e sombra e água fresca...
A grande dificuldade de não ter o que se quer, a grande dificuldade de se aceitar o que se tem, a imensa dificuldade de ser feliz e ainda mais em aceitar ser...
Mas cada dia é um dia, uma nova oportunidade... Uma nova vida que se dá ali... Sempre uma nova chance de se fazer diferente... De se fazer chegar e ir além daquilo que foi proposto anteriormente... Não é fácil ser feliz e muito menos chegar a felicidade... Mas se pelo menos tiver um vislumbre ou uma centelha apenas... Isso já torna possível e a distância se torna mais curta...
Precisamos ser mais brandos com nossa condição! Precisamos abrir a porta pra tudo entrar e deixar que cada momento tome seu lugar e se precisar ajeitar... A gente ajeita...
Nossos olhos sempre podem ir além...
Ser acessível tem de ser algo alcançável e útil a nós!
Se trancar em muralhas intensas e pintar um retrato de uma paisagem inexistente não garante ser inatingível...
Olhamos os acasos sempre da maneira mais trágica e indevida... Precisamos nos ajudar a ser feliz...
Porque temos que deixar o bom de lado e supervalorizar o que não está tão correto... Deixamos nossas conquistas de lado, deixamos nossos merecimentos e abocanhamos a insalubridade de ser menos merecedor do que o outro!
Mas somos todos vítimas... Precisamos ser submetidos, pois pelo menos não assumimos a nossa própria culpa de nos tornarmos miseráveis pela própria natureza...
Não sou vítima... Não porque sou um ser evoluí, mas porque me dou o direito à vida... Me dou o direito de vivê-la no caminhar dos dias, mesmo que eu encontre pedras ou encontre flores...
Não foi fácil entender que eu teria o poder de escolha sempre... Não somos feitos pra isso, porque geralmente temos que ser suscetíveis... Mas é tão bom dar as coordenadas das coisas...
A vida não é perfeita, mas podemos fazer dela algo divertido... Com direito a explodir, a chorar, a sorrir... A tudo!
Podemos sempre chegar onde queremos... Sempre tem uma solução ou um jeito... A luz do fim do túnel existe... A intensidade pode ser diferente as vezes... Mas olhe bem... Ela sempre está lá...
Estique a mão pra si mesmo, se dê um abraço e vá ser feliz!

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Quando eu cresci...

Foi em 1998, num sábado, meio que com hora marcada, lembro de ser copa... Também me recordo do jogo... Japão...
Lembro de estar bem ansiosa, não sabia como seria... Mas foi fácil, nem doeu... Foi muito instantâneo... Já estava me preparando mais ou menos 9 meses, mas de quando soube uns 6 meses... Nem sempre foi fácil, mas sabia que daria certo, independente da dificuldade... Já havia traçado alguns planos, desenhado algumas histórias, mas deixava tudo em suspenso, pois não queria definir nada e sim deixar a vida seguir... Na hora da mudança, na hora que tudo aconteceu foi surreal, indescritível... Não tem um nome pra emoção, porque é mais que intenso, mais que sensacional, mais que fantástico... E naquele instante eu sabia que tudo seria diferente, que eu cresci e que eu teria que amadurecer e ser gente grande, tudo aquilo dependeria de mim... E foi aí que eu o conheci e o amei como se não houvesse mais nada além dele... Esse foi meu primeiro bebê... Meu bebê... O qual eu sabia que seria meu companheiro, o qual eu sabia que eu erraria, mas acertaria algumas outras... O qual me tornaria a melhor mãe do mundo e a pior... A qual seria amiga e inimiga e todas essas dualidades que mães sofrem... E assim se segue meu filhote... Já um homem, muito maior que eu... Lindo de todas as maneiras... No seu coração, na sua face, na sua ideologia, no seu ser e existir... Um versão muito melhor de mim... Um filho bom e um super irmão... São 16 anos que eu amo intensamente das maneiras que precisar... Sorrio com seu sorriso e choro com suas lágrimas, por mais que nem sempre ele veja ou aceite... Meu campeão... Te amo... Por tudo... Seja feliz por sua escolhas... Tenha tudo que vc merece... E encontre sempre seu caminho!

sexta-feira, 30 de maio de 2014

A vida se renova a cada instante...

A vida se renova a cada instante...
Em cada abrir e fechar de olhos...
No inspirar e respirar...
No acender e apagar as velas...
Na ida e vinda...
No início e no fim do abraço...
Na lágrima escorrida e no sorriso aberto...
A vida começa e termina da mesma forma...
O que modifica tudo é o que está no meio de um e de outro...
É neste meio em que escrevemos nossa história, imprimimos as nossas marcas e declaramos as nossas paixões e sofrimentos...
A vida se esgota como esgotamos a última gota de água naquele dia de calor intenso e se preenche na mesma intensidade em que colocamos calda de chocolate no nosso sorvete...
Tudo tem a intensidade que queremos por em nossos gestos, nem mais e nem menos...
Somos donos de nossos destinos e da nossa razão de viver...
Se o significado não é bom, é porque bem que acabamos concordando com isso...
A vida se renovar é uma questão de querer muito mais que se impor...
Se renova em nossas escolhas, em nosso momentos, em nossos sonhos e se acaba onde deixamos de ver...
Nem sempre deixar ir é um ponto final, muitas vezes é um início pra renascer...
Sempre depende como queremos ver...é sim...
Nesse exato momento a minha se reinventa em passos pequenos no corretor, um sorriso dali da porta e um abraço apertado e soninho...Aí nada é mais intenso nesse curto e infinito espaço de tempo...
E a vida é assim...muito mais dos nossos olhos e peito do que aquilo que está ali atrás da porta nos querendo submeter...

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Tempo, tempo

O tempo corre...acho que ele deveria passear e observar as mazelas da vida e achar graça...
Acho que o tempo deveria ser preguiçoso como as tardes do meu pequeno...as quais ele se deleita em devaneios coloridos e engraçados dentro dos seus pequenos sonhos...
O tempo deveria ser nulo como na intensidade de se ver do meu mais velho, onde nada se cabe em 24 horas e todo segundo é muito precioso na sua sede de viver...
Esse tempo deveria ser elástico na proporção da necessidade do que eu tenho pra resolver, realizar, planejar e organizar...Ahhh e não esquecer!
O senhor tempo de veria ser negociado no sentido que meu querido pudesse exercer a sua vontade nas coisas que precisam ser feitas e ele sempre pede o seu tempo pra se fazer...
O tempo deveria ser sossegado...assim eu sentaria ali no sofá todo entardecer e assistia ele ir de mansinho e sorrateiro visitar o Japão...
Ele deveria ser paciente e esperar todo dia o meu sono acabar...assim eu não pularia da cama e sim espiaria de canto de olho meu bebê que ali dorme e sorriria radiante todos os dias...
Esse tempo deveria ser menos teimoso...para que ele não fosse passando e arrastando com eles os melhores dias...
O tal do tempo deveria ser mais camarada...porque ai eu teria um monte de tempo pra eu me afundar na pipoca e matar a tarde vendo sessão da tarde com as crias...
O tempo deveria ser mais matreiro...roubando a persistência dos dias feios...
Ah...esse tempo deveria ser tudo aquilo que a gente espera dele...
Menos malvado de levar meus anos de juventude...de levar os tempos de crescer do meu bebê...de levar a intensidade de adolescer do meu filhão...de matar o tempo do meu querido...
Mas não serie eu o ser a não ser justo com o tempo...
Pois o tempo é sábio e confortando...leva embora a intensidade da dor, a força da mágoa e a incompreensão das palavras...ajuda a diluir nuvens e fazer surgir novas eras...
Eis o tempo...velho amigo...amigo de guerra!

segunda-feira, 31 de março de 2014

Entrelinhas!

Muitas vezes me pego pensando nas letras miúdas da vida...e muitas outros me intrigo o quão podemos nos magoar, não somente pela atuação do outro, mas por nós mesmos e por muitas vezes nos fazemos mais mal do que alguém possa fazer, pois temos o controle do estrago que o outro pode fazer a nós, mas quando se trata de algo que vem de dentro...não se mede o quanto devastador isso pode ser...
Somos muitas vezes miseráveis por nós mesmos, não temos piedade com nosso coração, ou dó do nosso amor próprio, o massacramos, o humilhamos, o tratamos como lixo, cuspimos e ainda damos risadas...
Porque nunca somos bons o suficiente, ou bonito o suficiente, capaz o suficiente e jamais merecemos amor...jamais merecemos respeito...jamais merecemos consideração...
Porque vítima vai além de ser submetido....valores inversos hoje...parece que as pessoa precisam ocupar um lugar de coitado na sociedade, pois desta forma você adquiri o respeito do próximo e a consideração, pois coitado, ele é vítima da sociedade e das pessoas maldosas que não o compreendem...
Mas como??? E a felicidade??? E o viver a vida??? E o sentido das coisas???
Porque deixar de lutar e seguir a diante é menos do que se jogar do abismo e seguir sobrevivendo as mazelas da vida???
Pra que viver na lama se podemos ir até a o riacho se deleitar na água limpa, apreciando a brisa e o cheiro do mato...
Não é difícil ser feliz, não é difícil se permitir ser feliz...talvez só não estejamos acostumados a isso...
A questão nem é viver com dignidade ou não, porque o que é digno pra mim nem sempre tem o mesmo sinônimo pra você, mas é viver, é sentir a intensidade das coisas, o sabor, o cheiro, a cor, o calor...tudo...tudo precisa fazer sentido!!!
É preciso achar amor por si, é preciso achar segurança e confiança nas suas palavras, nos seus gestos e no conjunto da obra...é mais que ter atitude...vai além...
É acreditar que tudo pode...e pode...
Não precisamos ser feliz apenas nas coisas imensas, pois se não achamos sentido no que é pequeno, o valor do grande não se traduzirá em nada...não mesmo!!!
Hoje eu consigo ler um pouco melhor nas entrelinhas, nem tudo está legível, mas aí dá se um jeito...a gente vai e compra um óculos novo, lava as lentes, bota lente de contato, usa uma lupa...e vai tentando...aí a gente encontra, entende, tenta, tropeça, tenta de novo, faz errado, se confunde, mas vai indo, vai indo e quando viu tá tão dentro de nós que é natural como a água limpa do riacho...
Não que o processo da lama até o riacho seja o melhor, nem sempre é asfaltado, nem sempre está lisinho...muitas vezes é de terra, muitas outras tem buraco...mas ela existe e está ali para ser caminhada...
Eu desisti de ter medo, eu desisti de ficar sentada, eu desisti de ver o tempo passar...é muito mais divertido lá fora...
Dá pra brincar, dançar, cantar...Vem brincar comigo!!!!

quinta-feira, 6 de março de 2014

Já já

Já já é um ano que termina...
Já já serão novas possibilidades...
Já já o que ficou ficou...
Já já vai ser melhor...
Já já assoprar a vela e fazer um pedido...
Já já fazer o balanço do que passou...
Já já tecer novas expectativas...
Já já entender o que não rolou...
Já já planejar mais um ano...
Já já aprender novas lições...
Já já...
Porque agora são outros pensamentos...
Outras reflexões...
Agora pensar na vida...
Pensar no que não foi...
Pensar no sentido...
No por que...
Mas no fim sempre tem uma opção e não um ponto final, talvez uma vírgula... Ou uma exclamação... Na verdade depende... Depende da proposta do que ficou...
Já já...